Páginas: 318
Sinopse:
Ed
Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com
cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos
do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há
pouco; a mãe parece desprezá-lo.
Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem consequência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma sequência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século.
A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade. A certa altura pergunta-se: "Eu sou real?" Markus Zusak cria um personagem comovente capaz de confrontar o mistério e, por meio da solidariedade, empreender um épico que o levará ao centro de sua própria existência.
Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem consequência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma sequência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século.
A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade. A certa altura pergunta-se: "Eu sou real?" Markus Zusak cria um personagem comovente capaz de confrontar o mistério e, por meio da solidariedade, empreender um épico que o levará ao centro de sua própria existência.
Eu
Sou O Mensageiro é um dos livros escritos pelo autor australiano Markus Zusak,
também autor do sucesso A Menina que Roubava Livros.
O
livro é narrado em primeira pessoa, e a história é contada pelo próprio
protagonista,Ed Kennedy. Ed é um jovem de 19 anos, trabalha como taxista ilegal
e leva uma vida medíocre, sem nenhuma perspectiva,sem futuro. Mora num subúrbio
numa casa alugada com seu cachorro fedorento Porteiro. Não se dar muito bem com
a família, seu pai era alcoólico e morreu a pouco tempo e sua mãe é
mal-humorada,fala muitos palavrões e faz questão de dizer todo o tempo o quanto
ele é imprestável.
Ele
tem três amigos: Marv, o melhor amigo pão-duro. Ritchie, sempre calmo e pacato
e Audrey, a garota por qual ele era apaixonado e que ficava com todos os caras
menos ele,alegando que não queria estragar a amizade deles.
Tudo
muda quando ele fica relativamente famoso na sua cidade, depois de impedir um
assalto no banco. Depois desse dia ele começa a receber cartas
anônimas,com inscrições sem sentido que o levam para pessoas que de
alguma maneira necessitam de ajuda.O curioso é que são cartas de baralho (Ases
dos quatro naipes: ouro, paus, espadas e copas) e cada carta tem seu significado,e
as pessoas envolvidas são quase em todos os casos são desconhecidas. A
principio ele fica confuso,mas foi seguindo os endereços e descobrindo como
solucionar cada caso e mesmo curioso para saber quem mandava as cartas,sempre
ficava ansioso esperando a próxima chegar.Cada caso ensinou lições que marcou
sua vida para sempre,e provou o contrario do que ele pensava,o fez se sentir
útil.
O
personagem principal é cativante,mas não pelos seus atrativos físicos, pois ele
não é bonito, não é muito confiante , não tem um bom emprego e não é bom em
relações amorosas. Mas é um homem muito solidário,caridoso, de bom coração e
que sensibiliza de forma profunda em cada caso que ajuda durante o desenvolver
da história.
A
linguagem do livro é totalmente direta, não usa eufemismos, mas ao mesmo tempo
é tocante e sensível. Eu sou o mensageiro é um livro para ler e refletir, não é
um livro cheio de ação ou romance mas assim mesmo passa uma verdadeira lição de
amor, respeito pelo próximo, e, principalmente, por si mesmo.
